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Imóveis em SP: falta de oferta eleva preço dos aluguéis

Imóveis em SP: falta de oferta eleva preço dos aluguéis

O mercado da construção civil continua acelerado – um verdadeiro canteiro de obras pela cidade. Mas o que acontece com que já possui ou aluga um metro quadrado na capital paulista? Eles estão sendo afetados diretamente pelo inchaço do espaço urbano e pela grande procura por novos espaços e imóveis em São Paulo.

Em recente pesquisa divulgada pelo SECOVI-SP, De junho de 2010 a junho de 2011 o valor do aluguel na cidade de São Paulo aumentou 17,56%. Este desequilíbrio entre a oferta e a demanda de imóveis em SP fez com que em junho o valor aumentasse 1% em relação a maio.

Dados relevantes da pesquisa:

- Tempo de espera médio de 12 a 28 para aluguel de casas e sobrados

- Alta de 1,4% no reajuste de aluguel dos imóveis de 1 quarto (em relação ao último mês)

- Alta de 1% no reajuste de aluguel de imóveis de 3 quartos (em relação ao último mês)

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Cidade do Samba paulistana ficará na Zona Oeste da capital

Cidade do Samba paulistana ficará na Zona Oeste da capital

R$124 milhões de reais é o preço estimado para a construção da Cidade do Samba, que ficará localizada na Barra Funda – Zona Oeste de São Paulo.

O projeto visa à construção de barracões para as 14 escolas de samba do grupo especial do carnaval paulista e é inspirada na fábrica do carnaval – projeto carioca com as características semelhantes. 14 galpões serão construídos em uma área de mais de 75 mil metros quadrados, e contará também com um espaço para shows e eventos das agremiações.

A Cidade do Samba também tem como objetivo transformar o espaço em um destino turístico e comercial na cidade, apresentando as características e maravilhas do carnaval brasileiro. A previsão de inauguração da obra é para o carnaval de 2012.

*A foto que ilustra a matéria é da Cidade do Samba no Rio de Janeiro

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Setor imobiliário em alerta: chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Setor imobiliário em alerta: chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Sabemos que este blog trata de notícias sobre o mercado imobiliário, sobre tendências e o setor de construção civil, entre outros; porém é impossível não refletirmos um pouco sobre o que está acontecendo com algumas cidades brasileiras neste início de 2011.

Mais uma vez a falta de planejamento urbano, o crescimento desordenado das cidades e o excesso de lixo nas ruas fazem com que milhares de famílias comecem um ano sem saber onde viver e sem perspectivas de futuro – são as chuvas de janeiro.

Estamos vendo ultimamente nos noticiários o número de mortes crescendo a cada minuto, o número de casas atingidas aumentando a cada plantão de notícias e as imagens que desolam o coração de muitos brasileiros. A pergunta é uma só: qual o motivo de tanto alagamento e destruição neste período do ano? Por que a cidade de São Paulo sempre sofre com as chuvas, e agora o Rio de Janeiro com os desabamentos e mortes em regiões serranas?

Este é um momento de reflexão – reflexão esta que serve para pensarmos as reais necessidades imediatas que o país necessita, assim como nas condições de vida que são dadas a brasileiros e brasileiras que buscam uma oportunidade nas grandes cidades, na tentativa de “vencer na vida”. São muitos os casos de famílias destruídas e de bairros e regiões que neste momento estão debaixo d´água. O que fazer?

Qual o nosso papel? Qual o papel dos responsáveis pelas cidades e pelo planejamento urbano? Qual nossa infra-estrutura enquanto país emergente e que receberá grandes eventos nos próximos anos, com esperanças de aumento do turismo e de investimentos estrangeiros? E as novas construções? Elas cumprem seu papel sustentável e social para amenizar os impactos que já estamos sofrendo?

Fica a reflexão. O mercado imobiliário será um dos primeiros a ser afetado por essas catástrofes que estão atingindo cada vez mais as cidades e a população brasileira. A responsabilidade é de todos nós.

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São Paulo tem 290 mil imóveis sem moradores, diz IBGE

São Paulo tem 290 mil imóveis sem moradores, diz IBGE

O número de domicílios vagos na cidade de São Paulo seria suficiente para atender toda a população paulistana que vive hoje em áreas de risco, cerca de 130 mil famílias. Há na capital paulista cerca de 290 mil imóveis que não são habitados, segundo dados preliminares do Censo 2010 divulgados ontem. O déficit habitacional, no entanto, é bem maior – são 712 mil famílias, incluindo habitações irregulares ou precárias, como favelas e cortiços.

Os recenseadores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) encontraram 3,9 milhões de domicílios residenciais na capital, onde vivem 11,2 milhões de pessoas. “Foram contabilizadas cerca de 107 mil casas fechadas, que são aquelas em que alguém vive lá e não foi encontrado para responder ao questionário, mesmo após exaustivas tentativas”, diz a coordenadora técnica do Censo 2010, Rosemary Utida. Já as 290 mil residências classificadas como vazias não têm moradores.

O Censo de 2000 já mostrava que a capital tinha mais casas vazias do que gente precisando de um lugar para morar, segundo a urbanista Raquel Rolnik, relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para o direito à moradia adequada e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). “Em 2000, tínhamos cerca de 420 mil domicílios vagos para um déficit de pouco mais de 203 mil moradias. A oferta de casas vazias era quase o dobro”, afirma Raquel.

Moradia popular
A relatora da ONU avalia que, mesmo que parte desses imóveis precisasse passar por reforma antes de ser destinada à moradia popular, seria possível, pelo menos, reduzir o número de sem-teto. Outros especialistas discordam. “Esses imóveis vagos, mesmo que sejam reformados, não seriam destinados para habitação popular, não seriam para essa faixa da população, mas para renda mais alta”, diz a arquiteta Heloísa Proença, ex-secretária de Planejamento Urbano da Prefeitura.

O secretário municipal de Habitação, Ricardo Pereira Leite, afirma que os imóveis vazios se devem a “um fenômeno que os urbanistas chamam de vacância de equilíbrio”. “Quando você se muda, seu imóvel antigo está vazio, e o novo também. No Brasil, urbanistas da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) estimam que a vacância de equilíbrio deve ser em torno de 8%. Se for analisar, os 290 mil imóveis vão dar 7,9% do total de domicílios da capital. Em Nova York, uma cidade em que todo mundo quer morar, essa taxa é de 6%”, diz. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Fonte: Agência Estado

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Avenida Jornalista Roberto Marinho é ampliada em São Paulo

O projeto de alargamento da Avenida Jornalista Roberto Marinho, em São Paulo, é um pedido antigo feito pelos moradores da região do Brooklin e Campo Belo, porém, lojas, casas e comércios deverão ser desapropriados na região para dar espaço ao alargamento da avenida.

Uma avenida-parque e um túnel de quase 3km até a Rodovia Imigrantes também estão no projeto que teve seu decreto publicado na última semana. Fato é que as melhorias na região são esperadas há muito tempo pela população, esta mesma população que possui imóveis e comércios que serão desapropriados na região.

Você optaria pela melhoria nas vias de sua região em detrimento de seu próprio negócio ou imóvel?

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