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Aluguel de temporada pode aumentar até 50% no Rio, em 2014

Aluguel de temporada pode aumentar até 50% no Rio, em 2014

A partir do momento do anúncio da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, as cidades-sede passaram a ser temas de debate no mundo todo. Os motivos giram em torno das reformas e da construção dos estádios. No Rio de Janeiro, o estádio brasileiro mais conhecido no mundo, o Maracanã tem previsão de entrega das obras de reforma para fevereiro do próximo ano. Local das decisões da Copa de 2014 e da Copa das Confederações de 2013, a arena carioca terá capacidade para 79 mil pessoas e um investimento estimado em R$ 808,4 milhões, incluindo R$ 400 milhões de financiamento federal. De acordo com o “3º Balanço da Copa”, o estádio estava com o cronograma de obras em dia em abril, com 45% de execução.

Há polêmicas sobre a infraestrutura disponível  para receber os 600 mil estrangeiros previstos pelo Ministério do Turista, como os custos e benefícios referentes aos investimentos para a realização do Mundial impactarão o País e ainda uma possível valorização no preço dos imóveis.

Segundo o proprietário da administradora carioca de imóveis Renascença, Edison Parente, “a previsão é que nesses períodos de jogos o maior impacto no mercado imobiliário seja o aumento dos aluguéis de temporada em até 50% do que praticado. Inclusive por causa dessa procura há uma baixa de imóveis residenciais. Muita gente aproveita a temporada e só depois dispõe das suas unidades para venda e locação”.

Não há expectativa de uma valorização do setor imobiliário por causa do Mundial nas imediações do estádio onde acontecerá a Copa, comenta Parente. “A Tijuca, bairro próximo ao Maracanã, por exemplo, já passou por melhorias no último ano, com as ações da Unidade do Policiamento Pacificadora no local. Enfim, as mudanças geradas na cidades para receber a Copa não são suficientes para mudar o comportamento do setor após o evento”.

Com 35 anos de existência, a Administradora Renascença lançou em 1991 o modelo aluguel garantido, sem custos adicionais, como estratégia de negócio. Especialista em locação de imóveis no mercado carioca, hoje possui 14 filiais em quatro regiões para atender todo o Estado do Rio de Janeiro.

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A quantas anda o mercado imobiliário na região Sul Fluminense?

A quantas anda o mercado imobiliário na região Sul Fluminense?

Resende,Volta Redonda, Barra do Piraí, entre outras cidades do sul fluminense. As tendências de valorização de imóveis no Rio de Janeiro são acompanhadas pelas outras cidades do estado? Confira reportagem na íntegra, veiculada pelo RJTV e que contextualiza o mercado imobiliário nesta região do estado.

A reportagem também conta com depoimentos de Ana Beatriz Rocha, representante da Regional Sul Fluminense do Secovi Rio.

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Conheça o PROJAC – Projeto Jacarepaguá, da Rede Globo

A TV é uma fábrica se sonhos, e se essa fábrica existe, com certeza ela está localizada na Estrada dos Bandeirantes, em Curicica, no Rio de Janeiro – ou melhor dizendo, no Projac (Projeto Jacarepaguá).

Projac - Central Globo de Produções

O Projac, como é conhecido o centro de produção da Rede Globo, foi inaugurado em 1995 e é considerado um dos maiores centros televisivos da América Latina. Com quase 4 milhões de metros quadrados, o espaço reúne 10 estúdios, fábricas de cenários, cidades cenográficas, prédios administrativos, lanchonetes, bancos, restaurantes e a casa do Big Brother Brasil.

Estúdios

São dez estúdios de gravação, que ganharam letras de A a J. Seis deles têm mil metros quadrados cada um, e os outros quatro, 560 metros quadrados. Nos estúdios maiores são gravadas todas as novelas e os programas de auditório. À esquerda do complexo, estão os dois estúdios que são palco do Domingão do Faustão (Estúdio F), do Caldeirão do Huck e de programas afins. Ao lado deles, ficam os quatro estúdios das novelas. Mais à direita, encontram-se os estúdios menores, usados para seriados como Casseta & Planeta, Toma Lá, Dá Cá . Os módulos laterais são os camarins.

Estúdio Programa "Mais Você"

As cidades cenográficas ocupam uma área de 160 mil metros quadrados. Um amplo galpão abriga a fábrica de cenários. Lá confeccionam-se fachadas e interiores, desmontáveis, que estarão em cena. Há uma sala dedicada à pintura de painéis e objetos. O Palácio da Cenografia é vizinho da fábrica. Ali ficam os cenógrafos, cercados de desenhos e imagens de suas criações. Bem em frente, acha-se o restaurante maior. A praça de alimentação tem três lanchonetes e um restaurante. É comum ver famosos ali nos intervalos das gravações. A casa do Big Brother Brasil fica em um canto do terreno, isolada. A entrada no local é muito rígida, e apenas pessoas autorizadas podem entrar. Muitos fãs e curiosos costumam ir até a Portaria 3, por onde entram os artistas, para pedir autógrafos e tirar fotos. Pela Portaria 4, de Recursos Artísticos, normalmente entram os candidatos a fazer testes para a emissora.

Com informações da Wikipedia.

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Nova “casa” de Ronaldinho Gaúcho influenciará mercado imobiliário no Rio de Janeiro

Nova “casa” de Ronaldinho Gaúcho influenciará mercado imobiliário no Rio de Janeiro

 

Ronaldinho Gaúcho é o centro das atenções por onde passa desde que chegou ao Flamengo. E, na hora de comprar sua casa, o craque não poderia passar desapercebido. A futura residência do jogador no condomínio Santa Mônica Jardins, na Barra da Tijuca, como noticiou a Veja Rio, foi comprada por R$ 20 milhões. Mas a história não para por ai. O negócio já é um dos maiores da história da Zona Oeste. Entre jogos, dribles, treinos e gols, o camisa 10 da Gávea se refugiará em uma verdadeira ilha da fantasia.

Quem trabalha no mercado imobiliário do Rio de Janeiro já sabe da transação. E dá o acordo como fechado, faltando apenas questões burocráticas. A nova casa de Ronaldinho ocupa cinco lotes e meio do condomínio. Cada um tem cerca de 850 metros quadrados. Lazer não vai faltar: são duas quadras de tênis, campo de futebol, bar, salão de festas e uma academia subterrânea, com vista para a piscina. Promessa de festa e pagode nas horas vagas.

— É uma ilha da fantasia. Quase um clube. Na academia, você malha vendo as pessoas nadarem na piscina. Tudo do bom e do melhor mesmo — explicou Armando César, gerente de imóveis prontos da Patrimóvel.

Só a casa vale aproximadamente R$ 15 milhões. O restante pago representa o fato de que a propriedade não estava a venda — Ronaldinho foi visitar outro imóvel, se encantou e fez a proposta — e de que o negócio foi feito no sistema de porteira fechada. Resumindo: inclui móveis, utensílios domésticos e objetos de decoração. É entrar e morar.

O montante total de R$ 20 milhões já é um dos maiores negócios da Zona Oeste da Cidade Maravilhosa.

— Nessa região com certeza. Só na Zona Sul que temos valores superiores — disse Leonardo Schneider, um dos vices-presidentes da Secovi Rio, o sindicato de habitação da cidade.

Negócio inflacionará mercado

A maior transação imobiliária de casas residenciais no Rio em 2011 aconteceu no meio de janeiro. Uma casa no Jardim Pernambuco, condomínio de luxo no Leblon, Zona Sul da cidade, foi vendida por R$ 26 milhões. O negócio envolvendo Ronaldinho aparece em segundo nessa lista. E, segundo os especialistas, vai inflacionar o mercado da região.

— A casa no Leblon era menor, com cerca de 1.500 metros quadrados. Mas a localização pesa, o que não acontece no caso da Zona Oeste. Essa transação vai inflacionar o mercado da Barra. Lá, uma casa de luxo vale uns R$ 3,5 milhões. Mas também não há quase nada com esse tamanho de quase seis lotes — garantiu Armando Cesar, da Patrimóvel.

— O condomínio nem é o mais famoso. Mas agora as casas lá passam a valer mais — contou Leonardo Schneider, da Secovi Rio.

Fonte: Extra

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Setor imobiliário em alerta: chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Setor imobiliário em alerta: chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Sabemos que este blog trata de notícias sobre o mercado imobiliário, sobre tendências e o setor de construção civil, entre outros; porém é impossível não refletirmos um pouco sobre o que está acontecendo com algumas cidades brasileiras neste início de 2011.

Mais uma vez a falta de planejamento urbano, o crescimento desordenado das cidades e o excesso de lixo nas ruas fazem com que milhares de famílias comecem um ano sem saber onde viver e sem perspectivas de futuro – são as chuvas de janeiro.

Estamos vendo ultimamente nos noticiários o número de mortes crescendo a cada minuto, o número de casas atingidas aumentando a cada plantão de notícias e as imagens que desolam o coração de muitos brasileiros. A pergunta é uma só: qual o motivo de tanto alagamento e destruição neste período do ano? Por que a cidade de São Paulo sempre sofre com as chuvas, e agora o Rio de Janeiro com os desabamentos e mortes em regiões serranas?

Este é um momento de reflexão – reflexão esta que serve para pensarmos as reais necessidades imediatas que o país necessita, assim como nas condições de vida que são dadas a brasileiros e brasileiras que buscam uma oportunidade nas grandes cidades, na tentativa de “vencer na vida”. São muitos os casos de famílias destruídas e de bairros e regiões que neste momento estão debaixo d´água. O que fazer?

Qual o nosso papel? Qual o papel dos responsáveis pelas cidades e pelo planejamento urbano? Qual nossa infra-estrutura enquanto país emergente e que receberá grandes eventos nos próximos anos, com esperanças de aumento do turismo e de investimentos estrangeiros? E as novas construções? Elas cumprem seu papel sustentável e social para amenizar os impactos que já estamos sofrendo?

Fica a reflexão. O mercado imobiliário será um dos primeiros a ser afetado por essas catástrofes que estão atingindo cada vez mais as cidades e a população brasileira. A responsabilidade é de todos nós.

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Locação de escritórios no Rio de Janeiro fica mais cara

Locação de escritórios no Rio de Janeiro fica mais cara

Que a especulação imobiliária em São Paulo está em alta, assim como os terrenos e imóveis estão com seus preços muito elevados, já não é novidade. A própria Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016 ajudaram a alavancar as expectativas e vendas da construção civil.

O Rio de Janeiro também entrou neste cenário de especulação imobiliária e teve uma porcentagem recorde de aumento do preço do metro quadrado em relação ao mesmo período em outros anos. O valor ultrapassa os R$ 140,00 e é resultado da entrega de imóveis comerciais e residenciais com maior qualidade e maior valor agregado – os dados são da pesquisa apresentada essa semana e realizada pela consultoria imobiliária Ushman & Wakefield

O Rio de Janeiro continua lindo, mas quem está interessado em imóveis para compra ou aluguel, não está muito feliz com os atuais preços praticados.

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