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Urbanização impulsiona nova tendência na construção

Urbanização impulsiona nova tendência na construção

Até 2050 a taxa de urbanização do Brasil chegará a 93,6%, segundo a previsão da Organização das Nações Unidas (ONU). Serão 237,751 milhões de pessoas residindo nas cidades do país. Continuará a crescer a demanda da população por moradias que atendam as mais diversas necessidades, como soluções para garantir a segurança. Hoje esse é um item importante para decidir a compra da casa própria. “O imóvel novo comporta sistemas inteligentes, informatizados, com câmera, alarme, portões, grades, guaritas apropriadas, enfim, vários dispositivos que fazem parte do projeto de construção”, afirma Ricardo Laham, diretor de incorporação da Brookfield Incorporações.

As interferências atuais nos projetos dos imóveis acompanham os costumes sociais provocados, na maioria das vezes, pelas consequências do aumento da população nos centros urbanos. O índice atual de 84,2% de urbanização no Brasil tem impulsionado transformações no perfil do mercado imobiliário. As incorporadoras procuram entender o movimento da cidade, do futuro morador, para atender os seus anseios e necessidades com a oferta de melhores infraestruturas nos prédios. Laham avalia que as mudanças de hábito levaram também a outros conceitos habitacionais, daí uma vantagem à compra de um imóvel novo.

“Antes da migração rural-urbana não havia o trânsito de hoje para se locomover. As famílias poderiam ir para muitos lugares com mais rapidez; frequentavam os clubes, por exemplo. Hoje o lazer foi direcionado, centralizado, para o condomínio. As áreas sociais podem comportar desde piscina até quadras de tênis; fitness; spa; sauna; espaço para caminhadas; ciclovias; salão de jogos; de festas; churrasqueiras; brinquedoteca; pet shop; etc. São alternativas diferenciadas que possibilitam aos moradores organizar vários eventos e receber amigos para um churrasco, jantar ou simplesmente um happy hour no bar.”

O incremento das áreas sociais reduziu o espaço interno também para responder a uma tendência buscada pelo morador dos dias de hoje: apartamentos com dormitórios acompanhados de suíte; antigamente as unidades chegavam a possuir três dormitórios amplos sem banheiro. Por outro lado os prédios não dispunham de garagem nem salão de festas.

Entre outras vantagens de se adquirir o imóvel novo são as possibilidades de financiamento, seja na planta ou no lançamento. O prazo para saldar a dívida é longo, até 30 anos, e trata-se de um bem próprio.

“As taxas de juros baixaram, a poupança, o 13º e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) podem ser utilizados para a aquisição da casa própria. Conforme a opção, as condições de pagamento são favoráveis para a compra do imóvel na planta, no lançamento ou à vista. Tudo vai depender da escolha do consumidor.”

Além desses fatores considerados por Laham, a casa está totalmente nova sem precisar passar por reforma. Apenas é recomendável no momento do planejamento reservar 30% do preço do imóvel para despesas com mobiliário, instalações de peças diversas, custo com mudança, entre outros itens. Escolher um local valorizado e mais adequado, próximo do trabalho e da escola dos filhos para facilitar o cotidiano familiar é mais uma dica.

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É possível inovar e reduzir custos ao mesmo tempo

É possível inovar e reduzir custos ao mesmo tempo

Empreendedorismo, inovação e mercado imobiliário são temas inseparáveis, inesgotáveis e debatidos frequentemente no blog de Guilherme Machado. Selecionado praticamente toda semana para compor o ranking Melhores posts do setor imobiliário do VivaReal, por trazer novidades e análises diferenciadas sobre o segmento, Machado revelou em entrevista para o VivaReal que é possível reduzir custos e inovar ao mesmo tempo para gerar bons negócios a empresas, colaboradores, consumidor e mercado.

 

VivaReal – Como é possível reduzir custos e inovar ao mesmo tempo?
Guilherme Machado – É necessário investir no capital humano. A pessoa é elemento essencial para inovação. Sua capacidade de refletir, criar e propor mudanças é fundamental, independentemente do porte da empresa. Por isso é importante criar um ambiente propício para que a inovação aconteça com o estímulo à proposição de novas ideias, valorização do capital humano e intelectual, que são intrínsecos à empresa, ou seja, transformar colaboradores em parceiros do negócio. A empresa que cria esse ambiente, que instiga a liberdade de expressão e de criação, tende a reduzir os seus custos.  São atitudes que levam para um caminho determinado. Inovar é construir esse alinhamento para o alcance das metas.

VR – No cenário atual do setor imobiliário, como a motivação para inovar pode ser aplicada às empresas de todos os portes e aos profissionais desse segmento?

Machado – Estamos vivenciando um movimento de homogeneização de produtos e serviços no mercado. Por isso, a inovação é uma questão de sobrevivência e não mais um diferencial. Inovar é imprescindível para um profissional ou uma organização que almeja estar cada vez mais qualificada, garantindo a sustentabilidade de seu negócio.

É importante notar que a valorização do mercado imobiliário a cada dia atrai novos profissionais das mais diferentes formações; quem deseja ter uma história bem-sucedida precisa inovar. Aprender hoje, reaprender amanhã para aprender algo novo a cada dia e, assim, proporcionar uma melhoria contínua do profissional e também do próprio segmento.

VR – A experiência de compra de um imóvel tem mudado, principalmente, com a utilização de novos canais de comunicação para divulgar imóveis e prospectar clientes. Como o Brasil tem sido inovador/criativo/pioneiro nessa nova experiência de compra/venda/aluguel de imóveis?
Machado – É urgente a necessidade de conhecer profundamente o perfil do cliente. O tempo é escasso e as novas ferramentas de comunicação vêm para facilitar o relacionamento com o cliente. Mas só é possível inovar se os profissionais tiverem consciência da necessidade do atendimento diferenciado, gerando mais credibilidade. Conhecer o perfil do cliente é fundamental para antecipar-se às demandas e oferecer soluções mais rápidas e compatíveis com as necessidades.

As novas tecnologias permitem personalizar as ferramentas de comunicação e potencializar novos negócios. Essa realidade é o presente do mercado imobiliário e não mais o futuro. Diante disso, o pioneirismo do Brasil é buscar o entendimento das pessoas que navegam por essas ferramentas, criando relacionamento personalizado com os  públicos de interesse.

VR – Qual a importância dos portais imobiliários no desenvolvimento do setor?
Machado – Os portais imobiliários são ferramentas essenciais para transmitir informações e conhecimento para clientes e profissionais do mercado. Utilizados de forma estratégica, os portais são excelentes oportunidades para criação de novos relacionamentos e, consequentemente, de novos negócios. O seu potencial está na capacidade de ser uma plataforma  propícia para o desenvolvimento do e-Business e a integração com os públicos-alvo. Esses fatores ganham ainda mais relevância frente a rapidez da comunicação com o cliente, gerando confiança e comodidade.

VR – É os principais incômodos e desafios vividos atualmente pelos profissionais do setor imobiliário frente ao mercado?
Machado – Percebo que a oscilação no cenário econômico gera insegurança aos profissionais e às empresas. Isso impacta, por exemplo, na falta de previsibilidade de fluxo de caixa para um investimento mais arrojado até um orçamento familiar mais estável. Meu desafio, enquanto coach é tornar empresas e profissionais mais aptos a lidar com adversidades  a partir da educação continuada para  aumentar o nível de excelência na prestação de serviço.

VR – Quais são os principais desafios do setor imobiliário brasileiro para os próximos 2 anos?
Machado – A profissionalização, tanto no que se refere à gestão organizacional quanto à capacitação dos profissionais.

Guilherme Machado –  Consultor, coach, palestrante, expertise no desenvolvimento de equipes comerciais com foco em resultado e autor do blog guilhermemachado

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Um segundo semestre otimista, apesar de tudo

Um segundo semestre otimista, apesar de tudo

O mercado recebeu, na última semana, uma notícia que despertou o interesse de todos que atuam, investem ou dependem do mercado imobiliário. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) reduziu sua projeção de crescimento do crédito imobiliário de 30% para 20%, na principal linha de recursos para financiamento no Brasil (recursos da Poupança). Entre as justificativas estão a diminuição do número de novos lançamentos imobiliários e a desaceleração do crescimento da economia.

O que isso significa para quem pretende comprar um imóvel financiado?

A ótima notícia é que apesar de revista a projeção de crescimento, o volume de crédito será maior ao do concedido em 2011. Na prática, os bancos continuam interessados em financiar imóveis. O crédito imobiliário é de longe uma das linhas que mais fidelizam clientes para os bancos; que proporciona um relacionamento com o cliente por muito mais tempo. Mais duradouro do que é feito com alguém que negocia um crédito pessoal ou financia um veículo.

Novidades em relação à portabilidade

Está previsto para o segundo semestre a definição das regras para a portabilidade do crédito imobiliário pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A possibilidade de migrar para um banco que ofereça taxas melhores com um custo final muito abaixo das de hoje será uma das práticas. O consumidor terá mais poder de escolha e barganha. Isso será ótimo para ele.

No entanto, o Governo Federal terá que ser muito cuidadoso para não dar “um tiro no pé”. As regras deverão beneficiar o consumidor, mas também, organizar e ainda manter o mercado interessante para os bancos continuarem atuando. O pior cenário é voltarmos a contar somente com um banco disposto em conceder crédito imobiliário. Quem viveu nas décadas de 80 e 90 lembra que conseguir um financiamento era difícil e moroso. Não queremos que isso volte a acontecer, afinal de contas, não seria bom para quem empresta, quem constrói, quem vende, e, muito menos, para quem precisa comprar.

 Marcelo Prata é Presidente do Canal do Crédito, o primeiro site de comparação de produtos financeiros do Brasil – www.canaldocredito.com.br

 

 

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Projeção de crescimento do crédito imobiliário passa para 20%

Projeção de crescimento do crédito imobiliário passa para 20%

A nova projeção para o crescimento do crédito imobiliário neste ano passa para 20%. A conclusão da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) é baseada na redução dos lançamentos do setor e de uma desaceleração do crescimento econômico. A previsão anterior da entidade era de 30%.

Ainda há expectativa de queda de juros nos bancos privados para financiamento imobiliário similar à ocorrida nas entidades públicas. O próprio consumidor tem feito essa comparação.

Outra oscilação, segundo a associação, foi na emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) – título de renda fixa em longo prazo –, mas que ainda há uma perspectiva de melhora de 10% no segundo semestre em relação a esse mesmo período do ano passado.

Os financiamentos não mudaram. Em comparação a 2011, de janeiro a junho deste ano continuaram estáveis. Nos últimos 12 meses, o volume de financiamento foi de R$ 80 bilhões.

Na segunda-feira, 30/7, nosso colunista Marcelo Prata, do Canal do Crédito, falará mais sobre esse assunto.

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Shopping Metrô Tucuruvi aquece mercado imobiliário na zona norte

Shopping Metrô Tucuruvi aquece mercado imobiliário na zona norte

O mercado imobiliário na zona norte de São Paulo está aquecido. Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Creci-SP), os imóveis da região têm valorizado cerca de 20% por conta da construção do Shopping Metrô Tucuruvi. Outros fatores que também ajudaram a alavancar os preços na região foram o número de imóveis vazios e a falta de terrenos para a construção de novos empreendimentos.

Em fevereiro deste ano, por exemplo, houve um aumento de 36,47% no preço médio do metro quadrado de casas de padrão de acabamento médio e com 8 a 15 anos de construção – de R$ 3.000,00 em janeiro para R$ 4.094,14.

Conforme o índice FipeZap, nos últimos 12 meses, os imóveis na região, onde será construído o Shopping, valorizaram 26,2%, representando 2,4% acima da média na Capital paulista.

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Estilo de vida é medida de negociação no aluguel e na compra de imóveis

Estilo de vida é medida de negociação no aluguel e na compra de imóveis

Nem sempre a avaliação técnica está entre os itens que mais pesam no momento das imobiliárias negociarem suas ofertas. Sofisticação, contemporaneidade e curiosidade são, muitas vezes, o que mais contam para quem procura comprar ou alugar apartamentos e casas de médio padrão, na capital, em São Paulo.

É um nicho do mercado específico que aponta para consumidores com perfil bem definido, com nível sociocultural diferenciado e deseja estar em bairros com características próprias. Regiões como Jardins, Vila Madalena, Pinheiros, Higienópolis e Itaim acabam sendo mais procuradas por esse segmento, que dá menos importância ao valor por metragem quadrada no momento da negociação. A referência é a busca de estilo de vida.

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Setor imobiliário ganha nova profissão

Setor imobiliário ganha nova profissão

As necessidades que surgiram no século XXI, com a evolução da internet e da expansão das mídias sociais, chegaram ao setor imobiliário. Como em outras empresas, quem trabalha no setor busca inovar e se especializar para atender às expectativas do consumidor cada vez mais exigente. Mais do que ampliar o repertório, o segmento traz uma nova profissão para ajudar os clientes na compra, venda e locação de imóveis de acordo com as condições apresentadas.

O house-hunter é o profissional que se prepara para fornecer informações qualificadas sobre o setor com o apoio de pesquisa, análise e soluções imobiliárias para esse novo público, muito mais exigente nos tempos atuais.

Diferente do que se possa pensar, o house-hunter não substitui as funções do corretor imobiliário, pelo contrário, ele veio para somar à equipe como um diferencial competitivo de uma empresa imobiliária, mais focada nas solicitações dos clientes.

Para ser house-hunter

Além de atuar na área de compra e venda de imóveis, o profissional deve possuir registro no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI), estudar o mercado, conhecer muito bem a cidade e a região onde trabalha para oferecer informações precisas, além de agregar valor ao discurso de venda.

Se você conhece ou foi atendido por algum house-hunter, comente a sua experiência no espaço abaixo.

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Já pensou em fazer um MBA em Construções Sustentáveis?

Já pensou em fazer um MBA em Construções Sustentáveis?

O MBA em Construções Sustentáveis é um curso de especialização Lato Sensu, com 420 horas, promovido pelo INBEC e Green Building Council Brasil, com chancela da UNICID – Universidade Cidade de São Paulo. Com turmas realizadas em mais de uma dezena de cidades pelo Brasil, sempre com aprovação superior a 96% de satisfação plena pelos participantes, o curso está consolidado como o de maior sucesso do país na área.

O curso atende à demanda por profissionais habilitados a lidar com questões relacionadas à sustentabilidade das construções, é ministrado por professores altamente qualificados e profissionais de reconhecida e destacada atuação no mercado, em todo o país, e tem ênfase na certificação ambiental de edificações LEED – Leadership in Energy and Environmental Design, criada pelo U.S. Green Building Council, a de maior reconhecimento internacional e mais utilizada em todo o mundo, e também no Brasil.

Voltado para público profissional com atuação direta no mercado, o curso aborda, de forma técnica e focada, todos os principais aspectos a serem considerados no planejamento, desenvolvimento de projetos, execução, operação e manutenção de empreendimentos sustentáveis, e inclusive prevê uma disciplina específica para a preparação dos participantes para os exames de credenciamento profissional LEED GA / LEED AP, promovidos pelo USGBC / GBCI – Green Building Certification Institute.

As aulas são realizadas em finais de semana, um por mês apenas, com duração de 21 meses de aulas, além de mais 90 dias, no máximo, para apresentação de monografias de conclusão de curso. Opcionalmente, ao longo do curso, os participantes podem ainda fazer viagens de estudos em missões técnicas ao exterior, com acompanhamento de professores do curso, para visitar, com orientação local adequada, alguns dos mais referenciais Green Buildings do mundo, em Nova York, Londres ou Paris.

Segue resumo das principais informações:

Título: MBA EM CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS – CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL DE EDIFICAÇÕES
Realização: INBEC e UNICID, em convênio com o Green Building Council Brasil
Titulação: Especialista em Construção Sustentável pela UNICID – Universidade Cidade de São Paulo, com reconhecimento pelo MEC.
Coordenação: Prof. Arq. Antonio Macêdo Filho, UNICID / EcoBuilding e Eng. Marcos Casado, Green Building Council Brasil
Carga Horária: 420 horas-aula
Duração: 21 meses (21 disciplinas de 20 h.)
Matrícula: R$ 300,00 (única, no ato da inscrição)
Mensalidade: Favor consultar para cidade de interesse.
Horários das aulas: Um final de semana por mês, com aulas às sextas à noite, sábados durante todo o dia e domingos pela manhã ou sexta à tarde e noite e sábado o dia todo, a depender da cidade.

Para mais informações e inscrições: www.inbec.com.br/mba_constru_sus.php
Uma vez feita a inscrição pelo site, o pessoal de atendimento entrará em contato para confirmação dos procedimentos de matrícula.

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Conheça as 10 cidades mais caras do mundo para se viver

O mundo globalizado, o avanço do mercado de luxo e o desenvolvimento das cidades fez com que as pessoas optassem por locais distintos para aplicarem suas “economias”. Algumas cidades globais, outras nem tanto, fazem parte de uma lista publicada na última semana pelo portal UOL, e organizada pelo jornal britânico “The Telegraph”,  elencando as 10 cidades mais caras do mundo para se viver.

No topo do ranking está Tókio, no Japão, que mesmo com as últimas catástrofes naturais cujas quais passou o país, segue em primeiro lugar como cidade mais cara para se viver. Em seguida, a cidade de Oslo, na Noruega, apresentou significativo aumento de custo de vida em relação aos outros países europeus, e ficou em segundo lugar no ranking.

Osaka (Japão) e Paris (França) alcançaram o terceiro e o quarto lugar, respectivamente, na lista – sendo cidades já conhecidas por seu custo de vida elevado e pela mescla de tecnologia e conservadorismo em suas cidades. Zurique (Suíça) e Sydney na Austrália estão na quinta e na sexta posição da reportagem, tendo o turismo de luxo como um de seus principais atrativos, essas cidades também não são nada baratas para se viver.

A Austrália aparece mais uma vez, na sétima colocação, com a cidade de Melbourne, que subiu duas colocações no ranking desde 2010. Frankfurt, na Alemanha, ocupa o oitavo lugar, seguido por Genebra, na Suíça.

Em décimo lugar, e fechando o ranking, está Cingapura, que não aparecia nas primeiras colocações na última pesquisa.

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Mercado imobiliário prevê expansão longe dos centros

Bairros periféricos no Grande ABC são foco de expansão da construção civil. Com falta de terrenos nos centros das cidades, a tendência é lançar empreendimentos com dois dormitórios, de até R$ 170 mil, nas periferias de Diadema e Mauá, por exemplo.

No entanto, os imóveis de até 50 m² e pertencentes à faixa econômica terão um diferencial, pois devem seguir o conceito condomínio-clube – geralmente com piscina, quadra esportiva, academia, churrasqueira e áreas comuns.

A estimativa foi feita pelo empresário do setor Milton Bigucci, e também presidente da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC).

Segundo ele, é preciso abastecer essa nova classe média, a faixa C, que se enquadra no programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. “Esse mercado está em plena expansão.”

Ao completar 50 anos de atuação no segmento dia 19, Bigucci defende que, apesar de muitas pessoas já terem adquirido a casa própria, entre as sete cidades calcula-se que o deficit habitacional esteja entre 80 mil a 100 mil.

“Além do grande volume de pessoas que ainda vivem em imóveis alugados, a região atrai pessoas de outras cidades, principalmente pelos empreendimentos que oferece e as vias de acesso à Capital e ao Litoral. O Grande ABC se torna estratégico para os investidores”, diz.

Para este ano, a expectativa é de que o setor cresça no mesmo ritmo do ano passado. Em 2010, foram lançadas 8.887 unidades – 80,67% a mais do que em 2009.

Quanto às vendas, foram comercializadas 6.730 unidades, o que corresponde a um crescimento de 31,29% em relação ao ano anterior. “Neste ano, não digo que o setor na região ficará estagnado, mas acomodado. Crescerá em um bom ritmo”, aponta Bigucci.

BUROCRACIA – O principal entrave para uma expansão maior é a burocracia excessiva para conseguir aprovar os projetos nos órgãos públicos, na visão do empresário. “Isso emperra o desenvolvimento do País. Precisamos de leis que ajudem a reduzir esses prazos, pois quem paga o alto custo dessa demora é o comprador final do imóvel. Esses entraves também estão nos custos com documentos e papeladas, registros em cartórios e certidões”, explica o presidente da Acigabc.

Momento também favorece novos negócios na Capital

Com experiência no setor de construção civil, Milton Bigucci já alcança novos horizontes. “Não é de hoje que lanço imóveis na Capital paulista. Isso não significa que o Grande ABC não ofereça oportunidades, muito pelo contrário. Essa é apenas uma forma de expandir nossos negócios.”

No momento, a construtora que leva seu nome acaba de lançar dois empreendimentos, um no bairro Morumbi e outro no Ipiranga – neste caso, um condomínio comercial/empresarial. “Será composto por lojas e escritórios. Aí está uma tendência de mercado”, cita.

Bigucci explica que, mesmo com as construções residenciais correspondendo a 90% do total na região, muitas empresas têm visto nos condomínios uma forma de investimento e segurança. Por aqui, um exemplo desse novo conceito é o Espaço Pirelli, em Santo André, onde serão construídos prédios comerciais e residenciais pela Brookfield Incorporações.

Em São Caetano, 72% já foram comercializados para incorporadoras, administradoras de shopping center, varejistas e instituição de saúde. Entre lotes comerciais e residenciais restam apenas 55 mil m².

A construtora MBigucci, fundada há 28 anos, já construiu 281 edifícios, 5.000 unidades e um total de área construída que passa 500 mil m².

Do Diário do Grande ABC.

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