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Governo estuda nova linha de financiamento para material de construção

Governo estuda nova linha de financiamento para material de construção

O ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, anunciou na sexta-feira (25/5), que o ministério está estudando em conjunto com a Caixa Econômica Federal (Caixa), uma modalidade de financiamento de materiais de construção que seja mais eficaz do que a que está em vigor e que foi criticada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, esta semana. Segundo Ribeiro, na próxima reunião do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), em junho, a nova linha de financiamento já deve estar pronta.

Na última segunda-feira (21/5), o ministro Guido Mantega reclamou da linha de crédito atual, que, segundo ele, tem muitas condicionantes estipuladas pelo conselho curador, o que restringe a concessão para as empresas. Depois de participar de reunião fechada com o Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic), da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o ministro Aguinaldo Ribeiro explicou que o assunto está sendo discutido e não há nada definido.

“Tudo está sendo discutido. A questão do spread tem sido discutida não só para o financiamento do material de construção como para outros setores, inclusive com essa nova dinâmica da política de juros. Essa nova linha contemplará todas as demandas. Até junho, deve estar tudo definido. O fundamental é que haja uma boa execução”, disse.

Segundo ele, o objetivo é tornar a concessão de crédito para materiais de construção mais ágil e melhor utilizada. A linha de financiamento para materiais de construção sobre a qual se refere o ministro e que está sendo rediscutida conta com cerca de R$ 1 bilhão com juros de 12% ao ano.

Fonte: Correio Braziliense.

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Burocracia trava troca de dívida de imóvel

Burocracia trava troca de dívida de imóvel

Quem tenta transferir uma dívida habitacional de um banco para outro, em busca de um juro mais baixo, encontra duas barreiras: a burocracia e os custos. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, já sinalizou que o governo pretende melhorar as condições da chamada portabilidade do crédito imobiliário.

Segundo a Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), dentre as mudanças – ainda não anunciadas – uma das possibilidades em estudo é facilitar o trâmite em cartório, com corte das taxas pela metade.

Para se ter uma ideia, nos imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o custo de R$ 1.174 poderia cair pela metade, em R$ 556, considerando as taxas cobradas pelos cartórios paulistas.

“Estamos participando de reuniões com representantes do setor financeiro para encontrar uma maneira menos burocrática e onerosa para fazer a portabilidade, considerando os custos em cartório”, afirma o vice-presidente da Arisp, Francisco Ventura Toledo. Segundo ele, os estudos estão em fase final, até mesmo pela pressão do governo.

Proposta. Hoje, ao fazer a portabilidade de um crédito habitacional, o consumidor tem dois gastos em cartório. Um é o registro da mudança do banco credor na matrícula do imóvel. Outro é a averbação do novo contrato de alienação. Em São Paulo, esses gastos somados chegam a até R$ 1.174 para imóveis financiados pelo SFH, em função de desconto garantido por lei. Ou R$ 2.348 para imóveis fora do SFH avaliados em até R$ 500 mil.

A proposta em estudo vê a possibilidade de exigir apenas duas averbações, que são mais baratas que o registro em matrícula. A primeira delas aconteceria entre o banco originário e o novo credor, e poderia ser feita eletronicamente. E a segunda envolveria o novo banco e o mutuário. Segundo Toledo, da Arisp, para fazer a mudança, os bancos podem se valer de um artigo da lei que regula o SFH, sem necessidade de nova legislação.

Custos. Transferir a documentação do imóvel no cartório é um dos pontos que pesam mais nos custos da portabilidade da dívida habitacional. “Se o financiamento já está no final, a vantagem do juro menor pode não compensar a troca diante do gasto com a documentação”, avalia o educador financeiro Reinaldo Domingos.

Outra taxa cobrada pelos bancos é de uma nova avaliação do imóvel, pré-requisito para a transferência. A avaliação custa entre R$ 400 e R$ 1.215 nas principais instituições. Além disso, existe a taxa de administração do contrato.

A redução dos juros para diversas linhas de crédito, anunciadas desde abril pelos principais bancos de varejo brasileiros, vai chegar mais lentamente ao setor imobiliário. Para o financiamento habitacional, somente a Caixa Econômica Federal e o Citibank anunciaram taxas menores.

Com as mudanças nas regras de rendimento da poupança, a tendência é os bancos gastarem menos para remunerar as aplicações em caderneta. Essa diminuição do custo de captação poderia ser repassada aos consumidores, por meio de juros menores no crédito habitacional.

Fonte: Estadão.

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37% da Classe C brasileira pretende comprar um imóvel

37% da Classe C brasileira pretende comprar um imóvel

As notícias para o mercado imobiliário brasileiro estão boas, e as perspectivas para um novo nicho da população estão melhores ainda. Em pesquisa divulgada ontem, 05/10 o IBOPE constatou que quase 40% da chamada classe C da população brasileira pretende comprar um imóvel em um período de 12 meses.

O sonho da casa própria mais perto da realidade e o poder de compra da população pode ser entendido como resultado dos programas de incentivo do governo federal, assim como as facilidades e financiamentos que os bancos estão proporcionando ao cidadão brasileiro.

A pesquisa foi realizada nas 9 maiores regiões metropolitanas do Brasil e os resultados são melhores do que pesquisas feitas anteriormente. Segundo os resultados, em 2005, 40% dos entrevistados disseram estar melhor financeiramente que no último ano – já na pesquisa atual, este resultado foi de 84%.

Fato é que o momento para o estudo e investimento neste novo público é agora, e o mercado imobiliário é uma das primeiras prioridades para a população que busca uma casa própria e uma certa estabilidade de vida.

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IPTU – Imposto sobre propriedade predial e territorial urbana

IPTU – Imposto sobre propriedade predial e territorial urbana

Todo começo de ano você também se pergunta o motivo de ter que pagar o imposto sobre propriedade predial e territorial urbana, o IPTU?

Muitas pessoas pagam o imposto e não sabem o destino final e o por quê da obrigatoriedade do pagamento do mesmo. Aqui você fica sabendo sobre as particularidades, taxas e benefícios do IPTU.

Instituído pela Constituição Federal, o IPTU é a taxa que se cobra sobre a propriedade urbana, levando melhorias para a região em que você vive, assim como na infra estrutura de sua cidade e arredores. O IPTU é calculado através da multiplicação do valor venal do imóvel pela alíquota correspondente, que vai de acordo com a situação de localização e de cada imóvel em questão.

Além de sua característica fiscal, o IPTU exerce sua característica social no que tange ao fato de levar melhorias em educação, saneamento básico, segurança, entre outros para os locais de origem de seus contribuintes. O órgão responsável pelo recolhimento do IPTU são as prefeituras municipais, que também direcionam através de planejamento a melhor maneira de como a verba será utilizada.

Muito se discute sobre a questão desde direcionamento das verbas, visto que as cidades brasileiras necessitam de um investimento muito maior que o valor advindo do imposto recolhido – fato é que há a necessidade de um planejamento, muitas vezes com a participação dos munícipes, para que esta verba seja bem aplicada e destinada às reais necessidades da população em geral.

Você já participou de algum tipo de planejamento em parceria com o seu município? Como foi a experiência? Compartilhe conosco.

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