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Rio de Janeiro receberá 107 ecopontos até 2013

Rio de Janeiro receberá 107 ecopontos até 2013

Na semana do Rio+20, conferência da Organização das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Secretaria do Meio Ambiente do Rio de Janeiro lançou o que é chamado de “Consórcio Público de Gestão de Resíduos Sólidos da Baixada Fluminense” – projeto com investimento estimado em R$ 28 milhões de reais.

Pelo Consórcio, que recebe investimento do FECAM (Fundo Estadual de Conservação Ambiental), as cidades de Nilópolis, Mesquita, São João de Meriti, Nova Iguaçú, Belford Roxo e Duque de Caxias receberão, até 2013, mais de 100 ecopontos voltados à atividade da construção civil nessas regiões.

Além da construção dos ecopontos, o Consórcio pretende diminuir o “estoque” de entulhos e materiais de construção nas margens dos lagos e rios das cidades participantes. Agentes e responsáveis pelo projeto também passarão por um curso que os auxiliará a tratar diariamente deste processo de utilização dos ecopontos.

Segundo dados da Secretaria do Meio Ambiente do Rio de Janeiro, somente a Baixada Fluminense produz mais de 3.000 toneladas de resíduos da construção civil por dia.

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Aluguel de temporada pode aumentar até 50% no Rio, em 2014

Aluguel de temporada pode aumentar até 50% no Rio, em 2014

A partir do momento do anúncio da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, as cidades-sede passaram a ser temas de debate no mundo todo. Os motivos giram em torno das reformas e da construção dos estádios. No Rio de Janeiro, o estádio brasileiro mais conhecido no mundo, o Maracanã tem previsão de entrega das obras de reforma para fevereiro do próximo ano. Local das decisões da Copa de 2014 e da Copa das Confederações de 2013, a arena carioca terá capacidade para 79 mil pessoas e um investimento estimado em R$ 808,4 milhões, incluindo R$ 400 milhões de financiamento federal. De acordo com o “3º Balanço da Copa”, o estádio estava com o cronograma de obras em dia em abril, com 45% de execução.

Há polêmicas sobre a infraestrutura disponível  para receber os 600 mil estrangeiros previstos pelo Ministério do Turista, como os custos e benefícios referentes aos investimentos para a realização do Mundial impactarão o País e ainda uma possível valorização no preço dos imóveis.

Segundo o proprietário da administradora carioca de imóveis Renascença, Edison Parente, “a previsão é que nesses períodos de jogos o maior impacto no mercado imobiliário seja o aumento dos aluguéis de temporada em até 50% do que praticado. Inclusive por causa dessa procura há uma baixa de imóveis residenciais. Muita gente aproveita a temporada e só depois dispõe das suas unidades para venda e locação”.

Não há expectativa de uma valorização do setor imobiliário por causa do Mundial nas imediações do estádio onde acontecerá a Copa, comenta Parente. “A Tijuca, bairro próximo ao Maracanã, por exemplo, já passou por melhorias no último ano, com as ações da Unidade do Policiamento Pacificadora no local. Enfim, as mudanças geradas na cidades para receber a Copa não são suficientes para mudar o comportamento do setor após o evento”.

Com 35 anos de existência, a Administradora Renascença lançou em 1991 o modelo aluguel garantido, sem custos adicionais, como estratégia de negócio. Especialista em locação de imóveis no mercado carioca, hoje possui 14 filiais em quatro regiões para atender todo o Estado do Rio de Janeiro.

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Rio+20 movimenta mercado de aluguel de imóveis no Rio de Janeiro

Rio+20 movimenta mercado de aluguel de imóveis no Rio de Janeiro

Os hotéis já estão praticamente lotados para a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que acontece entre 13 e 22 de junho, no Rio de Janeiro. Os visitantes têm recorrido ao aluguel temporário de imóveis destinados a pequenos grupos ou empresas e organizações participantes do evento.

Para quem procura uma alternativa de custo mais baixo, uma opção é alugar quarto na casa de família que vai hospedar pessoas somente no período da Rio+20. Nessa linha, o Governo Estadual lança, na próxima semana, um site com ofertas de quartos e pensões para os visitantes. Outra demanda na cidade do Rio de Janeiro é a busca por imóveis para alugar, causando um movimento no mercado que, no ano passado, cresceu 26% em relação a 2010 (25.197 e 19.994, respectivamente).

Segundo o governo, até as Olimpíadas de 2016, a capital contará com 44 mil quartos (incluindo pousadas e albergues) para receber os turistas que chegarão ao País nos próximos anos. A capacidade atual é de aproximadamente 33 mil quartos.

A expectativa, segundo o IBGE, é receber cerca de 500 mil turistas, com os eventos esportivos de 2014 e 2016.

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Ainda existem imóveis para locação no carnaval do Rio de Janeiro?

Ainda existem imóveis para locação no carnaval do Rio de Janeiro?

Carnaval. Rio de Janeiro. Estrangeiros vindos de todo o mundo. 40 graus na sombra. Vamos para o Rio de Janeiro?

A proposta é bastante tentadora, mas a pergunta que fica é: Ainda existem imóveis no Rio de Janeiro para a estadia durante os dias de folia? Fizemos uma pesquisa em hotéis, albergues e casas particulares de temporada e constatamos que a procura tende a aumentar nas próximas semanas, porém cerca de 70% das vagas já foram preenchidas nestes estabelecimentos.

Os bairros e localidades de preferência dos turistas são as regiões da praia de Ipanema, Copacabana e Leblon – reduto dos mais famosos blocos de rua do Rio de Janeiro.  Mas para quem possui um dinheiro extra, coberturas e apartamentos de frente para o mar oferecem estadias que chegam aos R$ 3.000,00 por noite, com serviço de café da manhã incluído.

Segundo Laudiniro Cavalcanti, delegado do CRECI/RJ, as locações de temporada para o Natal e Reveillon no Rio de Janeiro foi cerca de 20% maior do que no último ano. (Fonte: Folha.Uol).

E você? Qual o seu destino para este carnaval? Corra e aproveite as oportunidades de imóveis que ainda estão disponíveis e boa diversão.

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Chuvas, desastres e os imóveis – uma reflexão necessária

Chuvas, desastres e os imóveis – uma reflexão necessária

No último ano presenciamos, logo nos primeiros dias de 2011, a triste catástrofe na região serrana do Rio de Janeiro, com centenas de mortos, milhares de casas arrastadas junto com as enchentes, e o pior – famílias que tiveram que recomeçar a vida sem documentos, sem um membro da família e sem um teto para morar.

Confira aqui a nossa reflexão sobre enchentes no Rio de Janeiro, em 13/01/11 

Segundo o Infoclima, de janeiro a março de 2012, a previsão climática na região norte do país é de chuvas acima do normal, em comparação aos últimos anos no mesmo período. A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais informou que o tempo no estado deve continuar instável e com chuvas significativas para os próximo dias. A capital Belo Horizonte e outras cidades do estado sofrem há mais de um mês com as conseqüências das chuvas desenfreadas na região. Imóveis destruídos, má infra-estrutura nas cidades para receber essas chuvas, e falta de organização na distribuição de informações e ajuda aos desabrigados.

Não podemos deixar de lado essa reflexão sobre até quando o governo irá deixar de lado a questão de infra-estrutura das cidades com relação aos alagamentos e às pessoas que vivem em áreas de risco. O triste episódio do Rio de Janeiro no ano passado não nos deixa esquecer que, de um dia para o outro, a vida dessas pessoas pode mudar, e sonhos podem ir “água abaixo” por falta de estrutura e pela precariedade das cidades. Vale a pena pensar.

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Arquitetura: Barra da Tijuca e a polêmica da Estação Jardim Oceânico – Metrô Barra

Arquitetura: Barra da Tijuca e a polêmica da Estação Jardim Oceânico – Metrô Barra

O Rio de Janeiro continua lindo…Será? Um movimento de moradores, ONG´s e ativistas ambientais defendem a ideia de que essa frase possa não existir mais, caso a construção da Estação Jardim Oceânico – Metrô Barra se dê em sua totalidade como mostra o projeto inicial. Quem comemora com a efetivação dos projetos é o setor imobiliário, que já vê a valorização de imóveis no Rio de Janeiro e imóveis na Barra da Tijuca saltarem nas imobiliárias e no mercado, principalmente nos imóveis próximos às estações do metrô. Leia mais

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A quantas anda o mercado imobiliário na região Sul Fluminense?

A quantas anda o mercado imobiliário na região Sul Fluminense?

Resende,Volta Redonda, Barra do Piraí, entre outras cidades do sul fluminense. As tendências de valorização de imóveis no Rio de Janeiro são acompanhadas pelas outras cidades do estado? Confira reportagem na íntegra, veiculada pelo RJTV e que contextualiza o mercado imobiliário nesta região do estado.

A reportagem também conta com depoimentos de Ana Beatriz Rocha, representante da Regional Sul Fluminense do Secovi Rio.

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Conheça o PROJAC – Projeto Jacarepaguá, da Rede Globo

A TV é uma fábrica se sonhos, e se essa fábrica existe, com certeza ela está localizada na Estrada dos Bandeirantes, em Curicica, no Rio de Janeiro – ou melhor dizendo, no Projac (Projeto Jacarepaguá).

Projac - Central Globo de Produções

O Projac, como é conhecido o centro de produção da Rede Globo, foi inaugurado em 1995 e é considerado um dos maiores centros televisivos da América Latina. Com quase 4 milhões de metros quadrados, o espaço reúne 10 estúdios, fábricas de cenários, cidades cenográficas, prédios administrativos, lanchonetes, bancos, restaurantes e a casa do Big Brother Brasil.

Estúdios

São dez estúdios de gravação, que ganharam letras de A a J. Seis deles têm mil metros quadrados cada um, e os outros quatro, 560 metros quadrados. Nos estúdios maiores são gravadas todas as novelas e os programas de auditório. À esquerda do complexo, estão os dois estúdios que são palco do Domingão do Faustão (Estúdio F), do Caldeirão do Huck e de programas afins. Ao lado deles, ficam os quatro estúdios das novelas. Mais à direita, encontram-se os estúdios menores, usados para seriados como Casseta & Planeta, Toma Lá, Dá Cá . Os módulos laterais são os camarins.

Estúdio Programa "Mais Você"

As cidades cenográficas ocupam uma área de 160 mil metros quadrados. Um amplo galpão abriga a fábrica de cenários. Lá confeccionam-se fachadas e interiores, desmontáveis, que estarão em cena. Há uma sala dedicada à pintura de painéis e objetos. O Palácio da Cenografia é vizinho da fábrica. Ali ficam os cenógrafos, cercados de desenhos e imagens de suas criações. Bem em frente, acha-se o restaurante maior. A praça de alimentação tem três lanchonetes e um restaurante. É comum ver famosos ali nos intervalos das gravações. A casa do Big Brother Brasil fica em um canto do terreno, isolada. A entrada no local é muito rígida, e apenas pessoas autorizadas podem entrar. Muitos fãs e curiosos costumam ir até a Portaria 3, por onde entram os artistas, para pedir autógrafos e tirar fotos. Pela Portaria 4, de Recursos Artísticos, normalmente entram os candidatos a fazer testes para a emissora.

Com informações da Wikipedia.

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Setor imobiliário em alerta: chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Setor imobiliário em alerta: chuvas no Rio de Janeiro e em São Paulo

Sabemos que este blog trata de notícias sobre o mercado imobiliário, sobre tendências e o setor de construção civil, entre outros; porém é impossível não refletirmos um pouco sobre o que está acontecendo com algumas cidades brasileiras neste início de 2011.

Mais uma vez a falta de planejamento urbano, o crescimento desordenado das cidades e o excesso de lixo nas ruas fazem com que milhares de famílias comecem um ano sem saber onde viver e sem perspectivas de futuro – são as chuvas de janeiro.

Estamos vendo ultimamente nos noticiários o número de mortes crescendo a cada minuto, o número de casas atingidas aumentando a cada plantão de notícias e as imagens que desolam o coração de muitos brasileiros. A pergunta é uma só: qual o motivo de tanto alagamento e destruição neste período do ano? Por que a cidade de São Paulo sempre sofre com as chuvas, e agora o Rio de Janeiro com os desabamentos e mortes em regiões serranas?

Este é um momento de reflexão – reflexão esta que serve para pensarmos as reais necessidades imediatas que o país necessita, assim como nas condições de vida que são dadas a brasileiros e brasileiras que buscam uma oportunidade nas grandes cidades, na tentativa de “vencer na vida”. São muitos os casos de famílias destruídas e de bairros e regiões que neste momento estão debaixo d´água. O que fazer?

Qual o nosso papel? Qual o papel dos responsáveis pelas cidades e pelo planejamento urbano? Qual nossa infra-estrutura enquanto país emergente e que receberá grandes eventos nos próximos anos, com esperanças de aumento do turismo e de investimentos estrangeiros? E as novas construções? Elas cumprem seu papel sustentável e social para amenizar os impactos que já estamos sofrendo?

Fica a reflexão. O mercado imobiliário será um dos primeiros a ser afetado por essas catástrofes que estão atingindo cada vez mais as cidades e a população brasileira. A responsabilidade é de todos nós.

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