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Olhar gaúcho saúda os 241 anos de Porto Alegre

Olhar gaúcho saúda os 241 anos de Porto Alegre

Quer embarcar numa viagem tri-legal? Vai para Porto Alegre.  O que tem lá? Muito turismo e muita cultura, somados ao calor receptivo dos portalegrenses. Enfim, um pouco de tudo.  Lá é terra do autor de ‘Olhai os Lírios do Campo’ e ‘O tempo e o Vento’, Érico Veríssimo; é de lá também os irmãos Kleinton&Kledir que trouxeram para os ares cariocas e paulistas a magia gaúcha com a canção ‘Deu pra Ti’. Quem não se lembra do verso:

“Deu pra ti
Baixo astral
Vou pra Porto Alegre
Tchau…

Ao completar 241 anos, 26/3, fica impossível não relembrar grandes momentos que Porto Alegre proporcionou aos seus moradores e visitantes com a presença de celebridades de várias áreas, do esporte, das artes, da política e até mesmo da religião. Pela cidade passaram desde Walt Disney ao Papa João Paulo II. Na lista: Albert Camus, Che Guevara, Marlene Dietrich, Mikhail Baryshnikov, Richard Gere, Catherine Deneuve, Muhammad Ali, Elton John, Zidane, Madonna, Paul McCartney, Mario Vargas Llosa, David Lynch, Noam Chomsky, Luciano Pavarotti, Bob Dylan, José Saramago, entre outros.

Embora carregue a sina das grandes metrópoles brasileiras, um crescimento desordenado, a cidade abriga uma população de 1,4 milhão de habitantes e o ônus do progresso – tráfego, principalmente. Em contraste, conta com ruas arborizadas, cerca de 1,3 milhão de árvores pelas ruas, praticamente uma para cada morador. Com esse perfil, Moinhos de Vento está entre os bairros agradáveis e valorizados da cidade; ainda em busca da preservação da qualidade de vida, Porto Alegre conseguiu fama internacional com a conquista da Gonçalo de Carvalho como a Rua Mais Bonita do Mundo.

É pelas ruas de Porto Alegre onde se tem a oportunidade de admirar o pôr do sol à margem do Rio Guaíba, o verde do Parque Farroupilha, o Centro Histórico, o Mercado Público, a Fundação Iberê Camargo, entre muitos pontos turísticos.

E quem mora longe ou perto, o coração é sempre de Porto Alegre. A paixão pela terrinha está presente no sotaque e no vocábulo típico que seus moradores preservam com orgulho. Sabendo disso, o principal jornal de lá, Zero Hora, propôs um desafio aos portalegrenses. Cada um foi convidado a sugerir um lugar que considera irresistível da cidade. O resultado foi um mural com mais de 500 fotos. Curta o olhar gaúcho saudando a sua capital em comemoração ao seu aniversário.

Foto: Tiago Turra/Zero Hora

Foto da capa: Gabriela Suares/Zero Hora

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Copa de 2014 movimenta o mercado imobiliário de Porto Alegre

Copa de 2014 movimenta o mercado imobiliário de Porto Alegre

O VivaReal entrevistou o vice-presidente da imobiliária Ducati de Porto Alegre, Róger Estivalet, sobre o impacto da Copa do Mundo 2014 no mercado imobiliário local. Confira! 

1. VivaReal: Como o mercado imobiliário de Porto Alegre reagiu quando foi anunciada a realização da Copa do Mundo, em 2014?

Róger Estivalet: Reagiu positivamente como todo o país, inclusive as cidades que não serão sede. Somente com um evento deste porte entende-se o impacto na economia direta e no cotidiano da população.

2. VivaReal: Em que período o mercado imobiliário de Porto Alegre ficou mais movimentado?
Róger: O mercado de Porto Alegre tem suas especificidades. Vivemos em um país de proporções continentais e em cada região impera uma legislação que está desvinculada da realidade econômica do todo. Digo isso para que possamos entender a nossa realidade. Aqui, por exemplo, se leva em media 12 meses para aprovar um projeto; os entraves burocráticos influenciam diretamente na movimentação do mercado, porém antes mesmo da oficialização do Brasil como sede da próxima Copa já estávamos nos preparando. E claro, quanto mais próximo do início do evento maior a movimentação.

3. VivaReal: Como as imobiliárias de Porto Alegre estão se preparando para a Copa?
Róger: Explorando de forma incisiva os potenciais ganhos que um evento deste porte pode proporcionar aos investidores patrimonialistas, estruturando-se para atender a partir da proximidade e do pós-evento investidores estrangeiros e, principalmente, crescendo no mesmo compasso do mercado.

4. VivaReal: As imobiliárias de Porto Alegre já têm recebido solicitações de imóveis para alugar, comprar ou investir.
Róger: O movimento de locação começa muito cedo, pois precisamos acomodar um número gigantesco de pessoas. Estima-se receber aproximadamente 600 mil turistas estrangeiros. Os investidores buscam comprar imóveis que possam trazer renda durante a copa, obviamente, mas também visando o pós-copa, as olimpíadas em 2016. A previsão é um incremento de turismo em torno de 12 a 15 por cento de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

5. VivaReal:  Em termos de volume, quais imóveis estão mais disponíveis para atender a demanda dos turistas?
Róger: Imóveis de pequeno porte nas cidades sede e ao seu redor.

6. VivaReal: Quantos turistas, Porto Alegre costuma receber normalmente? Qual é a expectativa na Copa?
Róger: Por ano, Porto Alegre recebe aproximadamente 700 mil turistas. Durante a copa, estima-se 600 mil turistas em nível nacional.

7. VivaReal: Aumentou o interesse dos investidores em aplicar em imóveis? Quanto se espera ‘lucrar’ com a Copa?
Róger: Com certeza o interesse cresceu muito. O país como um todo espera ter benefícios diretos e indiretos de aproximadamente R$183 bilhões.

Foto: dicadanet.net; foto da capa: assimsefaz

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Mercado imobiliário tem boas novas em 2013

Mercado imobiliário tem boas novas em 2013

Para quem tentou e não conseguiu comprar uma casa nova no ano passado há uma explicação. Nas principais capitais do país houve uma redução de 22% dos lançamentos de unidades residenciais em comparação a 2011. E as vendas de imóveis novos também passaram por uma retração de 10% nesse mesmo período. Tanto na cidade como na Região Metropolitana de São Paulo, o número de empreendimentos também diminuiu. Foram vendidas 26.958 unidades novas na capital contra 28.316 no ano anterior, segundo registro do Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Uma diferença de 4,8%. O que significou R$ 13, 6 bilhões de unidades vendidas contra R$14,2 bilhões, em 2011. Do total de unidades lançadas, a retração foi de 27%; 27.835 unidades contra 38.149 no ano anterior.

Na Região Metropolitana, o cenário não foi diferente. Além da cidade de São Paulo, mais 38 municípios próximos registraram queda nas vendas. No ano passado foram 50.903 unidades contra 52.839, em 2011. Os lançamentos sofreram redução de 19,7%: 54.059 unidades (2012) em comparação com 67.359 (2011).

Muitos dos fatores que levaram a esse quadro passarão por alterações, melhorando, portanto, as perspectivas para 2013. Como considera o Secovi-SP, os momentos de euforia já terminaram e, depois de sofrerem reajuste, as taxas de juros deverão permanecer em torno de 7,25% este ano. “O processo de desoneração seguirá, impulsionando o mercado imobiliário. Em São Paulo, está prevista a revisão do Plano Diretor, do Código de Edificações, da Lei de Zoneamento e a redução da burocracia para aprovação dos licenciamentos. E o que era para ser ajustado em termos de preço, já foi”, pondera o presidente do Secovi-SP, Claudio Bernardes.

Com essa explanação, a boa notícia é que este ano será o de retomada de crescimento, mesmo que seja gradualmente e de forma sustentada. Portanto, as perspectivas são boas tanto para quem for comprar um imóvel novo como para as incorporadoras e imobiliárias em São Paulo que terão produtos para oferecer ao mercado. A previsão de lançamento é de 31 mil unidades, 10% a mais em relação a 2012. Quanto às vendas, o aumento vai variar entre 3,5% a 5%, por volta de 28 mil unidades.  Então, boas perspectivas e bons negócios a todos.

Fotos: Vinicius Geraldes

 

 

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Desafio do mercado imobiliário gaúcho em 2013

Desafio do mercado imobiliário gaúcho em 2013

O que esperar do mercado imobiliário gaúcho em 2013? O segmento da capital se prepara para reagir com êxito ao resultado das vendas registrado entre 2011 e 2012. O cenário leva a crer que as imobiliárias em Porto Alegre (RS) terão muito mais trabalho a partir de agora, pós-Carnaval, perante um cenário que vem corrigindo os exageros do passado. A previsão é baseada na taxa de velocidade das vendas de imóveis, um dos indicadores do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-RS), obtida pela relação estabelecida das vendas sobre as ofertas. No ano passado, em novembro, a venda chegou a 8,42%, um decréscimo diante dos 8,69% do mesmo período de 2011. A taxa de 7,58% dos últimos 12 meses ficou menor do que a registrada no passado de 9,15%. Além disso, o preço do m² subiu para R$ 4.705, um aumento de 2,1%.

No segundo semestre do ano passado, uma das pontuações feitas do XV Censo do Mercado Imobiliário foi um incremento de 28,15% no total de unidades novas em oferta, com uma demanda predominante de imóveis residenciais. De 8.423 unidades novas existentes no mercado gaúcho, 7.923 foram vendidas para moradia, ou seja, 94,542% do total oferecido. Só apartamentos eram 7.692 (91.31%); casas chegaram a 269 (3,19%).

O Censo concluiu ainda que 51,68% das unidades em oferta, 4.353 estavam concentradas em 10 bairros da capital: Jardim Carvalho, Petrópolis, Sarandi, Jardim Planalto, Hípica, Azenha, Agronomia, Cavalhada, Boa Vista e Humatiá.   A compra de imóveis atraiu mais a classe média, que conseguiu realizar o sonho da casa própria em função da sua nova condição financeira.   

Segundo outros dados divulgados pelo Sinduscon-(RS), a compra por apartamentos de dois dormitórios (44,79%) quase empatou com os de três (41,20%), mostrando que o poder aquisitivo tem aumentado. Enfim, o desafio para 2013 está estabelecido para o segmento imobiliário gaúcho.

 

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O fundo de garantia realiza o sonho da casa própria

O fundo de garantia realiza o sonho da casa própria

O que é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)
O FGTS é recolhido mensalmente para cada funcionário registrado no regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O empregador deposita 8% do salário pago ao trabalhador mais a atualização monetária (Correção Monetária) e aplicação de juros. O FGTS é a maior fonte de recursos para financiar a habitação.

Quem tem direito a usar o FGTS para comprar imóvel
Têm direito ao FGTS trabalhadores rurais, temporários, avulsos, safreiros (trabalha durante as safras), atletas profissionais e quem possui contrato de trabalho formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A inclusão do diretor não empregado e do empregado doméstico fica a critério do empregador. Para financiar imóvel não precisa necessariamente ser cotista do FGTS.

Utilização do FGTS para habitação
O trabalhador pode usar o FGTS para comprar uma casa nova, usada e em construção e pagar à vista ou fazer um financiamento. O imóvel deve ser sempre urbano residencial e utilizado para morar. Com o FGTS, não dá para pagar taxas, impostos e demais despesas relativas ao contrato da compra.

Mas os recursos do FGTS podem ajudar para pagar parte do valor das prestações; amortizar ou liquidar o saldo devedor de financiamento habitacional feito pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e pelo sistema habitacional de consórcio, de acordo com o regulamento.

Veja as condições de uso do FGTS para amortizar, liquidar ou pagar parte do saldo devedor de quem financiou com os recursos dos seguintes sistemas:

Sistema Financeiro de Habitação (SFH), FGTS, Governos Municipais, Estaduais e Federais, autofinanciamento com as Cooperativas Habitacionais e o Sistema de Consórcio (SCONS) e Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Com o FGTS ainda dá para complementar parte ou valor total dos recursos próprios para adquirir um imóvel vinculado a um financiamento ou a um programa de autofinanciamento contratado com construtora, cooperativa habitacional ou construtor pessoa física.

Em que condições dá para usar o FGTS
Para comprar o imóvel residencial, concluído ou em construção, o interessado tem que somar três anos de trabalho sob o regime do FGTS na mesma ou em empresas diferentes, em períodos consecutivos ou não.

Mas para isso, não pode já ser titular de financiamento ativo no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), localizado em qualquer parte do país.

Também não pode ser proprietário, promitente comprador (aquele que pretende comprar de alguém), usufrutuário (aquele que detém usufruto, a posse, mas não é proprietário), ou cessionário (aquele que se beneficia ou adquire certa cessão) de outro imóvel residencial, concluído ou em construção, localizado no mesmo município onde exerce a sua ocupação e onde está localizada a atual residência, incluindo os municípios limítrofes ou os municípios integrantes da mesma região metropolitana.

O comprador precisa ser brasileiro nato ou naturalizado; e se for estrangeiro, deve ter visto permanente no país.

A pessoa deve ser maior de 18 anos ou emancipado, possuir capacidade civil, idoneidade cadastral e capacidade de pagamento.

Não pode ter recebido, a partir de 2/5/2005, desconto do FGTS na concessão de financiamento habitacional.

Pode ainda usar o FGTS quem possui fração ideal igual ou inferior a 40% de um único imóvel e quem é proprietário de imóvel rural.

O Nu-proprietário (não detém usufruto do imóvel) também pode usar o fundo somente para compra de outro imóvel, desde ele tenha sido registrado com a cláusula de usufruto recebido por doação ou herança.

Para comprar com o FGTS, o imóvel não pode ter sido adquirido com recursos do próprio fundo há menos de 3 (três) anos, contando a partir da data do registro do contrato do financiamento. Por exemplo: um imóvel que já foi adquirido com uso do FGTS, em 31 de agosto de 2007, só poderia ser comprado novamente com o fundo após 31 de agosto de 2010.

No caso de amortização ou liquidação do saldo, o intervalo mínimo para usar o FGTS é de 2 (dois) anos, contados desde a data da última amortização/liquidação realizada pelo mesmo trabalhador.

O imóvel que será comprado
O FGTS pode ser usado para comprar o imóvel avaliado até R$ 500 mil, na data da contratação da sua utilização.

Na data da avaliação pelo agente financeiro, o imóvel deve estar totalmente habitável, sem problemas de construção.

O imóvel deve estar matriculado no registro de imóveis competente e sem qualquer indicação grave que impeça a sua comercialização.

A localização do imóvel que será comprado
O imóvel residencial deve estar situado onde é exercida a principal ocupação do solicitante ou em município limítrofe ou integrante da mesma região metropolitana.

A pessoa que estiver fazendo a solicitação do FGTS precisa comprovar que já reside há pelo menos um ano no município e também nos municípios limítrofes ou integrantes da mesma região metropolitana.

Apresentação de documentos e atendimento às necessidades
É necessário apresentar uma documentação específica para provar algumas exigências como: local de ocupação do trabalhador, não ser proprietário de um imóvel, alienação, renúncia de usufruto, perda de direito de residência por força de separação extrajudicial, por sinistro no imóvel e nua-propriedade (não usufrui da propriedade).

Além disso, o tipo de documento varia a cada tipo de modalidade do FGTS. O contato para solicitar e liberar os recursos do FGTS é direto com a Caixa Econômica Federal; basta procurar o banco para conhecer os procedimentos, dar entrada para resgatar o seu saldo e realizar o sonho da casa própria.

 

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Chegou a hora de pagar o IPTU

Chegou a hora de pagar o IPTU

Passada a ressaca do réveillon, começam a aparecer as tradicionais contas a pagar no início do ano. Entre elas está o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), tributo municipal cobrado em todo o país. Para saber tudo sobre datas e formas de pagamento, isenção, desconto, emissão de segunda via, débitos, valores, entre outros itens, é preciso procurar a prefeitura de sua cidade.

Grande parte desses dados estão disponíveis nos sites dessas instituições governamentais.

Em São Paulo, por exemplo, o envio das notificações para as casas dos contribuintes tem início a partir do dia 16 de janeiro. O último lote será enviado no dia 8 de fevereiro. As datas para o recebimento do comunicado foram escolhidas pelos próprios usuários quando fizeram seu recadastramento. O valor do imposto é definido com base em alíquotas sobre o valor venal do imóvel.

Para este ano, o reajuste foi de 5,4% na capital paulista. Quem puder fazer o pagamento à vista, até a data do vencimento da primeira parcela, consegue um desconto de 6%. Até pelas diversas despesas comuns no mês de janeiro, são poucos os contribuintes que optam por pagar tudo de uma vez. Segundo dados da Secretaria de Finanças da Prefeitura de São Paulo, apenas 25% dos paulistanos escolhem essa forma de pagamento.

Aqueles que preferem o pagamento parcelado, podem fazê-lo em até dez prestações, com vencimento sempre no mesmo dia de cada mês. Para quem não fez o recadastramento e não pôde escolher a data do vencimento, esta foi estabelecida no dia 9. As parcelas em atraso serão acrescidas de uma multa de 0,33% ao dia, com uma limitação de 20%. A isenção do IPTU em São Paulo foi determinada para imóveis de empresas e comércios com valor venal inferior a R$ 73.850,00 e residências que não ultrapassem R$ 97.587,00.

Para quem comprou um apartamento novo nos últimos quatro meses de 2012, é bom ficar atento, pois o IPTU pode chegar individualizado – uma notificação para cada unidade – ou em cobrança única para todo o condomínio, considerando apenas o terreno ou a obra.

 

 

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Sustentabilidade gera 30% de economia no consumo numa casa

Sustentabilidade gera 30% de economia no consumo numa casa

Construir com sustentabilidade é uma iniciativa recente. Segundo o gerente de marketing e vendas da Marques Construtora, Vitor Marques, os primeiros sinais da aplicação prática desse conceito na construção civil começaram nos anos 90.  Na entrevista para o Notícias VivaReal, explicou que acredita ter sido  uma necessidade de competitividade de mercado. Veja.

 VivaReal – Quando o conceito de sustentabilidade começou a ser empregado na construção aqui no Brasil?
Vitor Marques: Acredito que os primeiros sinais de sustentabilidade na construção civil vieram no início dos anos 90 por uma necessidade de competitividade de mercado. Neste momento as construtoras passaram a aprimorar os detalhes de projetos passando a reduzir o desperdício com o objetivo de obter menores custos. Essa necessidade mercadológica fez com que as construtoras otimizassem melhor os seus processos de construção.

VivaReal – Como e onde esse conceito pode ser empregado na construção civil, principalmente nas moradias?
Vitor Marques: Esse conceito é principalmente aplicado no processo construtivo, reduzindo impactos sociais e ambienteis. Além disso, hoje ainda há uma preocupação grande com a geração de economias e redução de impactos no produto já finalizado.

VivaReal – Qualquer terreno permite uma construção sustentável?
Vitor Marques: Não, existem leis ambientais que regulam quais são os terrenos que permitem uma construção com pouco impacto ambiental.

VivaReal – Impacta no custo total da obra? Quanto? De que forma?
Vitor Marques: A sustentabilidade no processo construtivo tem como objetivo também reduzir custos. Dirigidas ao produto pronto, apesar das características sustentáveis serem mais caras elas visam uma redução de custos de condomínio.

VivaReal – Placas solares e tijolo ecológico custam caro?
Vitor Marques: As placas solares têm um valor alto sim, mas proporcionam benefícios que compensam o seu investimento. Não tenho informação sobre o tijolo ecológico.

VivaReal – Quanto uma casa sustentável economiza no dia a dia?
Vitor Marques: Depende dos itens de sustentabilidade. Nos nossos apartamentos que são entregues com medidores individuais de água e gás, a economia chega a ser de até 30% no consumo desses recursos.

VivaReal – Realmente as construções sustentáveis ajudam a preservar o Planeta? Em quanto?
Vitor Marques: Sim, com certeza. Basta medir a redução dos impactos.

VivaReal – Como a Marques Construtora aplica esse conceito nos seus empreendimentos?
Vitor Marques: A Marques aplica esse conceito tanto nos seus empreendimentos como no dia a dia do seu escritório. As nossas obras têm processos construtivos que reduzem expressivamente os impactos, pois proporcionam um baixo índice de desperdício de materiais e de recursos naturais.  Além disso, nossos empreendimentos são entregues com diferenciais que fazem com que o condomínio também tenha características sustentáveis. Esses diferenciais promovem uma redução do consumo de água, assim como o seu reaproveitamento, um maior aproveitamento de iluminação natural, redução do desperdício de energia elétrica, incentivo à coleta seletiva, entre outros.

VivaReal – O que a construtora propõe como diferencial?
Vitor Marques: Aproveitamento da iluminação solar nas áreas internas comuns; Venezianas de enrolar – maior aproveitamento da iluminação solar nos apartamentos; Piso elevado – sistema construtivo do piso do térreo que não utiliza impermeabilização convencional, por isso não utiliza manta asfáltica, não queimando petróleo e não fazendo testes de impermeabilidade com grandes quantidades de água. Esse sistema também facilita para o condomínio em casos de eventuais manutenções; Previsão para energia solar; Sensores de presença para iluminação dos halls e escadarias; Reaproveitamento da água da chuva; Coleta seletiva; Medidores individuais de água e gás; Torneiras com temporizador; Madeira certificada.

VivaReal – Cite construções sustentáveis da Marques.
Vitor Marques: Todos os nossos produtos construídos de quatro anos para hoje possuem todas essas características citadas acima. Os mais antigos possuem uma grande parte, principalmente no processo construtivo.

VivaReal – Como o consumidor deve se comportar daqui para frente quando pensar em comprar uma casa na planta?
Vitor Marques: O consumidor deve prestar bastante atenção ao produto que ele está comprando: suas características, tamanho dos espaços, número de vagas, localização e principalmente o histórico da construtora.  Além disso, é importante entender a sua própria capacidade de pagamento e de comprovação de renda, pois a grande maioria dos consumidores depende de financiamento imobiliário para adquirir um imóvel e essa análise só será feita pelo banco dois meses antes da entrega das chaves.

  

 

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Condomínio: existe diferença entre convenção e regimento interno?

Condomínio: existe diferença entre convenção e regimento interno?

As primeiras regras de novo condomínio iniciam com a construtora registrando um documento no Cartório de Registro de Imóveis, a Convenção. É a regulamentação entre administração e condôminos. A partir daí, pode ser criado o regimento interno, com normas de conduta para o uso das áreas comuns a serem seguidas pelos moradores, visitantes, fornecedores, funcionários e terceiros, enfim, frequentadores do edifício. Objetivo: manter a paz e uma boa convivência entre as pessoas.

 

Convenção

É um documento jurídico desenvolvido pela construtora no ato da incorporação ou averbação; dá início ao funcionamento do condomínio. É uma espécie de constituição, que define:

  •  A fração ideal de cada unidade de propriedade relativa ao terreno das partes comuns. Quais áreas pertencem a que condômino.
  • Quais são as áreas comuns e quem tem direito a elas.
  • O que acontecerá se o condomínio for extinto.
  • A quota proporcional e o modo de pagamento das contribuições para as despesas ordinárias e extraordinárias – inclusive o fundo de reservas do condomínio.
  • Como o condomínio será administrado – se por um síndico/pessoa física ou administradora.
  • Como será o formato da assembleia, o método de convocação e o quórum exigido para as futuras deliberações.

Regimento interno

Não é obrigatório, porém necessário. É definido e aprovado em assembleia por 2/3 das frações. Para ser alterado necessita desse mesmo quórum. São normas de disciplina na conduta e comportamento para determinar:

  • O que é proibido nas áreas comuns e em ambientes que atingem outros moradores.
  • O horário para fazer barulho.
  • O uso da garagem.
  • A utilização do salão de festas e restante das áreas de lazer.
  • As condições em que são aceitos cachorros.
  • O que é dever dos moradores dentro dos apartamentos e das áreas comuns para respeitar o espaço comum.
  • A manutenção da segurança.
  • Quais as penalidades para quem não seguir às regras.

É muito importante que tanto a Convenção quanto o Regimento Interno não ultrapassem  os limites das leis Federais, Estaduais e Municipais.

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Áreas de lazer unem o útil ao agradável

Áreas de lazer unem o útil ao agradável

Diminuir o estresse motivado pela agitação, violência e pelo trânsito das grandes cidades é a principal vantagem de condomínios novos com áreas de lazer tão sofisticadas, onde o morador passa a fazer suas atividades extras, aproveitando para ficar mais em casa.

 

O diretor Regional da Rossi, Rubens Junior, falou sobre esse assunto com o Notícias VivaReal.  Segundo ele, a incorporadora leva em conta o atual modo de vida dos grandes centros urbanos, para proporcionar praticidade e lazer dentro do próprio empreendimento, o que se tornou um grande diferencial. Veja entrevista completa com o diretor da Rossi.

 

 

VivaReal –   Essa é uma tendência nacional em função do novo modo de vida das grandes cidades?Como e quais itens numa área de lazer alteram a qualidade de vida das pessoas?
Rubens Junior: O modo de vida nos grandes centros urbanos garante essa nova tendência. Áreas comuns que proporcionam segurança e comodidade para os moradores podem garantir qualidade de vida. Fazer academia sem precisar pegar o carro ou mesmo nadar em sua piscina sem precisar ir até o clube são grandes vantagens nas grandes cidades.

VivaReal – Somente famílias demandam esse serviço ou solteiros também? Qual é a diferença desse
tipo de consumo entre os dois?
Rubens Junior: Há toda uma gama de serviços pensados para o público solteiro. Além de salões de festas e espaço gourmet, o condomínio pode possuir um concierge para a administração de serviços pay-per-use,
que atendem demandas que vão desde limpeza, manutenção e arrumação das unidades a personal trainer
e cuidados com animais domésticos.

VivaReal  Oferecer essas áreas de lazer foi uma estratégia para compensar os espaços reduzidos das unidades em função da falta de terreno para se construir na cidade?
Rubens Junior: Essa demanda nada tem haver com os espaços das unidades. Na realidade, essa necessidade surgiu pelo fato das pessoas terem cada vez menos tempo de ficar em casa. Com uma área de lazer completa e disponível, os moradores utilizam os espaços comuns de seu condomínio quando precisam.

VivaReal – O que deve contemplar a área de lazer para compensar unidades mais reduzidas? No mínimo.
Rubens Junior: Segundo verificamos, os moradores atribuem valor a uma área de lazer completa que contenha: churrasqueiras, forno de pizza, piscina, brinquedoteca, cinema, espaço gourmet, espaço kids, salão de festas adulto e infantil, fitness e quadra esportiva.

 
 

VivaReal – Quais os públicos e tipos de empreendimentos têm direito a áreas de lazer? A partir de quantos dormitórios a construtora concebe investir em área de lazer?
Rubens Junior: O que determina o tipo de lazer é o publico que o empreendimento quer atingir. Um projeto que tenha como público-alvo uma família formada com filhos deve conter quadra poliesportiva, espaço jovem, brinquedoteca e salão de jogos. Quando o público-alvo muda, o programa de área de lazer segue o novo perfil.

 
 
 

VivaReal – Quais itens podem contemplar uma área de lazer sofisticada?
Rubens Junior: Uma área de lazer sofisticada deve contemplar itens, como, por exemplo: quadra de tênis, quadra de Squash, piscina semiolímpica aquecida e coberta e simulador de golf.

VivaReal – A Rossi pode descrever um empreendimento com exemplo de área de lazer nesses moldes? Onde estão localizados, em todo o país?
Rubens Junior: A Rossi possui na Vila Clementino o empreendimento
Rossini que possui piscina coberta climatizada e
Espaço Gourmet completo;
temos o Paulistano Bairro Privativo, localizado
no bairro no Morumbi,que possui entre
outros itens, Cinema, Spa e Quadra de tênis.
No Bairro do Tatuapé, possuímos o
Itapeti 792, como miniquadra gramada e
churrasqueia como forno de pizza.

 

 

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Melhores posts do setor imobiliário – 12 a 18/10

Melhores posts do setor imobiliário – 12 a 18/10

Confira os melhores conteúdos produzidos sobre o setor imobiliário na última semana.

Boa leitura e ótimo final de semana!

MarketingImob
MRV – Agressiva estratégia em marketing esportivo

Portal VGV
Portal VGV lança sistema de mídia digital para sede de imobiliárias

Blog Massa Cinzenta
Brasil avança no combate à patologia das construções

Redimob
Parcerias no mercado imobiliário internacional: exemplo para o Brasil

O gestor imobiliário
Quem não registra, não é dono

PiniWeb
Agosto é o segundo melhor mês do ano em volume de lançamentos

Guilherme Machado.com
Setor imobiliário ganha seu próprio encurtador de URLs

Revista Metro Quadrado
Jardins verticais são tendência

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